A alta no número de casos da Covid-19 e a possibilidade de novo isolamento pode ser uma das causas para a extensão do auxílio

Foto: Google imagens
A pandemia da Covid-19 chega ao seu décimo mês desde que foi decretada no Brasil, e automaticamente de lá para cá muito já foi feito em torno da doença, seja na área da saúde, seja na economia e em outros setores da sociedade, afetados pelas consequências do vírus.
Para evitar uma situação ainda pior, o Governo Federal Brasileiro, decidiu isolar a sociedade e ajudar as pessoas com o auxílio emergencial, que teve parcelas de R$600 e R$1.200, passando recentemente para R$300 e R$600. Com os números aumentando dos casos de coronavírus, e a vacina ainda em fase de testes, o governo estipula manter o auxílio no primeiro semestre de 2021, o que pode diretamente afetar as contas do país, que já soma um déficit muito alto.
O Economista Pedro Neves faz uma análise sobre essa possível decisão por parte do Palácio do Planalto, e avalia o que isso pode trazer de consequências para os cofres públicos e a inflação nacional nos próximos meses.
Clique no play para ouvir.
Notícias Relacionadas
- Por REDAÇÃO
- 27/08/2025
Manutenção interrompe fornecimento de energia em Caruaru
Locais afetados: Vila do Aeroporto, bairro Alto do Moura e Zona Rural da...
- Por REDAÇÃO
- 26/08/2025
Centro de Caruaru ganhará vagas de estacionamento rotativo
O uso do estacionamento começa a partir desta quinta-feira (28)
- Por REDAÇÃO
- 26/08/2025
Credenciamento aberto para comerciantes que desejam participar do evento Pernambuco Meu País 2025
Os interessados em comercializar seus produtos no festival Pernambuco Meu...
- Por REDAÇÃO
- 18/08/2025
Anatel justifica fim da obrigatoriedade do uso do 0303
Prefixo é usado para identificar chamadas de telemarketing
- Por REDAÇÃO
- 13/08/2025
Especialistas alertam que crianças não podem ser "produto" das redes
Eles defendem regulação das plataformas para proteger infância
- Por REDAÇÃO
- 11/08/2025
Pesquisadores propõem estratégias de combate ao microplástico no país
Brasil é responsável por até 190 mil toneladas do lixo marinho