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Política

Anderson Correia defende a necessidade de políticas públicas voltadas para o controle populacional dos animais de rua


Por: REDAÇÃO Portal

Na avaliação do parlamentar, é preciso um direcionamento mais estratégico e específico acerca das políticas públicas voltadas para este controle

Na avaliação do parlamentar, é preciso um direcionamento mais estratégico e específico acerca das políticas públicas voltadas para este controle

Foto: Divulgação

03/09/2021
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O vereador e Presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara Municipal, Anderson Correia (PP), está preocupado com os animais de rua, no que se diz respeito ao quantitativo que só cresce em Caruaru. Na avaliação do parlamentar, é preciso um direcionamento mais estratégico e específico acerca das políticas públicas voltadas para este controle populacional dos animais não-humanos de rua, na Capital do Agreste.

“Em nossa cidade, no cenário atual, temos as políticas de castrações para reduzir este problema, o que é válido, mas além de castrar animais que tem tutores, precisamos castrar os animais de rua. De acordo com Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais nas ruas, abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães, isso traz a dimensão do quantitativo gigantesco que temos no geral, e Caruaru está incluído nisso”, ressalta o edil. Anderson destaca também o dever do Poder Público na aplicação de políticas públicas, conforme a legislação federal. 

“Para ajudar neste processo de aplicação dessas políticas públicas animalistas, é importante a criação de uma casa de passagem que viabiliza a prática da Lei 13.426/2017, que dispõe sobre a política de controle da natalidade de cães e gatos, trazendo em seus artigos 2° e 3°, que é competência do Poder Público fazer o estudo das localidades ou regiões que apontem para a necessidade de atendimento prioritário ou emergencial, em face da superpopulação, dar o tratamento prioritário aos animais pertencentes ou localizados nas comunidades de baixa renda e fazer campanhas educativas pelos meios de comunicação adequados”, conclui.

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