Economia cresce 2,7% no trimestre encerrado em julho
Pesquisa da FGV comparou PIB com mesmo período do ano passado
Foto: Divulgação
O Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - cresceu 2,7% no trimestre encerrado em julho deste ano, ou seja, de maio a julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado é do Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta quarta-feira (20). 

Considerando-se apenas o mês de julho, a atividade econômica do país recuou 0,3% em relação a junho deste ano, mas avançou 1,8% na comparação com julho do ano passado.
Segundo a FGV, o crescimento de 2,7% na comparação do trimestre móvel encerrado em julho com o mesmo período de 2022 foi puxado pelo consumo das famílias, que avançou 2,6%, e pelas exportações, que cresceram 15,1% no período. A queda de 0,9% das importações também contribuiu para o desempenho positivo do PIB nacional.
Por outro lado, a formação bruta de capital fixo - isto é, os investimentos - recuou 3,2%, principalmente devido à queda de 9,4% no segmento de máquinas e equipamentos. De acordo com a FGV, o PIB acumulado do país nos sete primeiros meses deste ano é de R$ 6,11 trilhões.
Por Agência Brasil
Notícias Relacionadas
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
Taxa de desemprego cai para 5,4%, a menor desde 2012
Trimestre tem recorde de carteira assinada e de rendimento
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
Veja os produtos com mais potencial de desconto nesta Black Friday
De acordo com o especialista em Tecnologia e colunista da CBN Thássius...
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
Dívida Pública sobe 1,62% em outubro e supera R$ 8,2 trilhões
Emissão de títulos vinculados à taxa Selic puxa alta
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
Receita paga lote da malha fina de novembro
Cerca de 214 mil contribuintes receberão R$ 494,09 milhões
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
Governo quer regulamentar mercado de carbono até fim de 2026
Ministério lançou força-tarefa para acelerar definição de normas
- Por REDAÇÃO
- 28/11/2025
CMN amplia em R$ 3,1 bi limite de crédito de entes públicos em 2025
Dinheiro vem de programas de ajuste fiscal dos estados